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volto já

para quem pertence a vários lugares

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para quem pertence a vários lugares

Roteiro: Nenhuma viagem é demasiado longa quando a recompensa se chama Liubliana

 

Liubliana é daquelas cidades em que lhe sentimos o encanto mal colocamos um pé nela e não queremos partir sem ter sentido tudo o que ela tinha para dar.

 

Já aqui lemos a história de despedida de solteira de uma das partes, agora é hora de contar a versão masculina, ou seja, a despedida de solteiro. Porém, as leitoras do nosso blogue não precisam de fugir. Prometo um roteiro bastante versátil e fidedigno dos acontecimentos, prometo que vão ficar igualmente encantadas com o que (de bom) tenho para contar.

 

 

Roteiro: Só se vive duas vezes. E uma delas tem de ser em Ibiza

Se gosta de uma boa festa na sua vida fique desse lado, caso contrário, siga-nos na mesma. Ibiza não é só loucura, há lugares encantadores e recatados, ideais para descontrair, seja com amigos ou família. Prometemos um roteiro digno para uma ilha fantástica… e uma boa dose de loucura, até porque precisamos um pouco dela na vida.

Mente aberta e espírito descontraído. Estes são os únicos requisitos que pedimos a quem nos quer acompanhar nesta viagem/roteiro por Ibiza. Caso não estejam nesta frequência não fiquem tristes, temos outros destinos alternativos como Madrid, Kiev, San Sebastián, Taormina ou Cassis.

 

Se ainda nos estão a ler é porque querem descontrair-se ao máximo e saber mais desta belíssima Ilha espanhola. Em Ibiza é permitido fazer quase tudo, ou melhor, achamos mesmo que tudo é possível. Já lá estivemos e, por mais estranho que o momento possa ser, que se dane, estamos em Ibiza. Ian Fleming disse no seu policial que “Só se vive duas vezes”. Nós acrescentamos que uma delas tem de ser vivida em Ibiza.

 

Parecem quadros pintados, mas na verdade são espetaculares fotografias da natureza

O fotógrafo italiano Luca Tombolini consegue enganar-nos com as suas fotografias que parecem quadros de pintura nas paredes de um grande museu.

 

Luca Tombolini prefere viajar sozinho, só assim consegue captar a fotografia perfeita, diz que é a única maneira de desfazer-se da máscara que carrega, assim como aquela ‘usada’ pelas paisagens, até reduzi-las numa versão abstrata e bela.

 

 

Roteiro: Valência, a cidade do sol e da diversão

Se tivéssemos que resumir Valência em duas palavras seriam solarenga e divertida. De todas as vezes que visitámos a cidade foi assim que ela se apresentou a nós.

 

Se procuram um destino para escapar à monotonia do dia-a-dia, sem stress e sem confusões, esta é a cidade ideal.

 

Por muito que adoremos viagens culturais e aquela sensação de deslumbramento a cada novo monumento descoberto, há alturas em que só queremos mesmo fazer uma escapadinha para quebrar a rotina, sem horários, sem stress e sem sujeitarmos os nossos pézinhos a caminhadas loucas das 8 da manhã às 8 da noite. É aqui que entra Valência. Uma cidade que nos mantém entretidos a ritmo lento. Um centro histórico agradável, uma pitada de modernidade, quilómetros de praias, boa comida, boa bebida e muita diversão. Junta-se a isto 300 dias de sol por ano e uma temperatura média anual de 19ºC e não há como falhar. É isto que procuram? Então continuem connosco.

 

Já pensou em San Sebastián? Sinta um pouco de França em Espanha

Sabem qual é a sensação de chegar a um lugar e automaticamente sentirem que vão ser felizes ali? Foi isso que sentimos em San Sebastián, ou Donostia como se chama na língua basca. Fomos muito felizes. E deixamos a cidade com a certeza de que voltaremos.

É praticamente impossível não ficar rendido a uma cidade tão cosmopolita, moderna, vibrante e ao mesmo tempo com uma identidade tão própria. Donostia é bonita e tem personalidade, é o chamado pacote completo. Que mais podemos pedir? Não admira por isso que os seus habitantes sejam tão orgulhosos e apaixonados pela sua cidade e que desfrutem tanto dela, das suas esplanadas, dos seus belos jardins, dos seus agradáveis restaurantes e dos ruidosos bares e cafés.

 

Roteiro: Descubra Madrid como se fosse a primeira vez

Madrid é uma das capitais mais fervilhantes da Europa, é uma daquelas cidades que nos mantém ocupados das 08 da manhã às 08 da manhã do dia seguinte. Há animação suficiente para preencher o dia e a noite, por vários dias e várias noites.

 

Já lá estivemos mais do que uma vez, nunca repetimos programas e ainda assim há muito por conhecer e explorar.

 

Conheça o vulcão mais alto da Europa

@Pixabay
 Além da distinção como vulcão mais alto da Europa, o Etna, na Sicília, destaca-se ainda por ser o quinto vulcão mais ativo do mundo. Para terem uma ideia, a última erupção aconteceu no final de fevereiro, após uma pausa de apenas oito meses relativamente à erupção anterior.

 

 

Kiev, o jardim suspenso do leste da Europa

Kiev é uma cidade que não segue tendências e não quer estar na 'moda'. Fiel aos seus costumes e com locais determinados a manter a história intacta, a capital ucraniana é um mistério para ser desvendado pelos mais curiosos.

Vistas de tirar o fôlego. Créditos: Pixabay.

A capital da Ucrânia é rica em história e assume-se como uma cidade tranquila, fiel aos seus costumes, mas à espreita de oportunidades por um futuro mais competitivo no turismo europeu. Kiev é irreverente e frondosa, querendo que todas percebam isso enquanto passeamos pelas ruas da cidade do leste.

 

Taormina: como apaixonar-se por esta joia siciliana

Vista de longe, Taormina parece um cone de gelado, com as suas casas incrustadas espiralmente num penhasco. E a verdade é que, tal como um gelado, é verdadeiramente deliciosa.

A Pérola do Mar Jónico, como é conhecida, é um dos destinos mais românticos e charmosos onde já estivemos. Não admira que tenha sido escolhida como destino turístico de excelência durante a era de domínio romano.

 

Sabe porque é que a Torre de Pisa é inclinada?

Há males que vêm por bem, costuma dizer-se, e este é um desses casos. Se tudo tivesse corrido bem, a Torre de Pisa seria apenas mais um campanário comum e não um dos monumentos mais visitados de Itália.

 
 

Então o que a transformou no símbolo da cidade onde foi construída, Pisa, e talvez do próprio país?

A torre começou a ser construída em 1173, tendo sido projetada para abrigar o sino da catedral. Os três primeiros andares ainda mal tinham sido terminados e já uma ligeira inclinação se notava no edifício. O verdadeiro problema foi o tipo de solo onde foi erigida, que por ser constituído essencialmente de areia e argila, não teria firmeza suficiente para sustentar uma obra daquela dimensão. Conclusão, parte do terreno começou a afundar, levando consigo as fundações da torre.